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Você tem perfil para trabalhar em um coworking?

Coworking

Profissionais atentos às mudanças do mercado, que já se abriram para as novas práticas e formatos de atuação, buscam cada vez mais os espaços de coworking como ambiente de trabalho. Segundo a pesquisa internacional The 2019 Global Coworking Survey, até o final de 2019, quase 2,2 milhões de pessoas deverão trabalhar em mais de 22.000 espaços de coworking em todo o mundo. 

O Brasil está alinhado com essa tendência, segundo o Censo Coworking Brasil 2018, um estudo inédito sobre o perfil dos coworkers brasileiros, há hoje 214 mil pessoas circulando mensalmente em espaços compartilhados no país.

Conheça o perfil das pessoas que já aderiram a esse novo modelo de trabalho e entenda quais suas vantagens para a produtividade, qualidade de vida e dinâmica dos negócios. 

Que tipo de pessoas você encontra em um espaço de Coworking? 

Extrovertidos ou introvertidos?  

Há uma falsa ideia de que os espaços de coworking são adequados apenas para os extrovertidos, que gostam de conhecer novas pessoas. Alega-se que os introvertidos evitam socializar nesses espaços por preferirem trabalhar isolados, em formato home office.  

Em uma análise independente, a pesquisa The 2018 Global Coworking Survey  constatou que, em diferentes proporções, ambos os perfis se interessam por esse modelo de trabalho e encontram ambientes apropriados para suas demandas. No levantamento feito pela pesquisa, aproximadamente 1 em cada 3 membros considera-se "mais extrovertido" e 1 em 5 como "mais introvertido". 

Extrovertidos: amor pelo contato social 

O networking é uma prática natural para esse perfil, por isso os espaços de coworking aumentam sua confiança. A pesquisa identificou que eles conhecem mais pessoas em seu cotidiano pelo nome e se sentem fortemente ligados à sua comunidade de coworking.

Os entrevistados que se consideram "mais extrovertidos" têm uma grande expectativa em relação às possibilidades de troca de ideias, sociabilidade, ajuda rápida e troca de conhecimento. Mas revelaram também ser importante a possibilidade de conviver com uma maioria de pessoas que pensam da mesma forma em seu espaço de trabalho. 

A maior parte dos entrevistados desse perfil justificaram optar por espaços de coworking por perceberem que nesse formato desfrutam de melhores dias de trabalho, ao mesmo tempo em que notam um ganho na produtividade e na qualidade dos resultados.

Introvertidos: todo mundo precisa de networking!

De forma geral, um dos principais benefícios de se trabalhar em um coworking é a possibilidade de construir uma rede de contatos. E isso não é diferente para os introvertidos. 

A pesquisa aponta que essa atmosfera social é um dos itens que mais atrai coworkers desse perfil, seguido da proximidade de casa. Embora eles interajam menos e não cheguem com a pretensão de conhecer muitas pessoas, a maioria relata que fez bons contatos e parcerias duradouras nesse ambiente.

Ambos os tipos de personalidade preferem uma mistura de espaços abertos com retiros privados, mas para os membros "mais introvertidos" essa flexibilidade é fundamental. Eles também são mais propensos a desfrutar de espaços descontraídos e pequenos. 

A maior parte dos entrevistados que se identifica com esse perfil, justifica sua escolha por trabalhar em espaços de coworking por perceberem que esse ambiente contribui para o desenvolvimento de sua criatividade e produtividade. E muitos também dizem aproveitar melhor o dia por sentirem-se menos isolados do que no home office. 

O perfil do coworker brasileiro

Diversidade e multidisciplinaridade

De acordo com o Censo Coworking Brasil 2018, há equilíbrio de gêneros nesses espaços: 50% se identificam como homens, 49% mulheres e 1% outros gêneros. 

Nesse cenário, a idade média é de 33 anos, mas a variação é bem grande, sendo possível encontrar coworkers de 18 até 60 anos.

O nível de escolaridade entre os coworkers é alto: 41% é pós-graduado, 38% possui curso superior completo e 18% superior incompleto. Esse perfil favorece muito o ambiente de inovação e trocas de conhecimento. 

Atuam nos coworkings principalmente profissionais das áreas de administração e serviços. Três campos se destacam entre os mais citados: comunicação e informação, artes e design. A pesquisa analisa que essas são áreas que podem ser facilmente desenvolvidas de forma remota e se beneficiam muito das interações, networking e troca de conhecimento dos espaços compartilhados.

Maturidade dos negócios

A maioria dos coworkers ainda é composta por proprietários de empresas. Entretanto, é crescente a presença de profissionais independentes e funcionários de empresas sem sede própria, locados em coworkings. De toda forma, são empreendedores ou microempreendedores. 

Segundo os dados do Censo, 79% dos coworkers afirmou que a decisão de mudar para um espaço compartilhado foi sua, contra 21% de decisões por conta do empregador. Dentre os que escolheram o novo formato de trabalho, mas precisavam do suporte financeiro do empregador, 8% conseguiram convencer sua empresa de que essa seria uma mudança positiva.

Há uma mescla interessante entre as fases de maturidade das empresas levantadas. A pesquisa mostra que nesse espaço convivem empresas grandes e maduras, que trocaram o escritório tradicional pelo coworking e empresas de apenas uma pessoa, que ainda buscam se consolidar no mercado. Esse aspecto favorece a troca de experiências e a possibilidade de atualização. 

Os números da pesquisa confirmam o potencial dessas trocas, 1 em cada 3 coworkers já foi contratado ou contratou algum colega que conheceu no espaço para participar de um projeto em conjunto. E a maioria diz já ter assimilado um novo conhecimento desde que começou a frequentar esses espaços. 

Flexibilidade e qualidade de vida 

Atualmente, a maioria dos adeptos do espaço compartilhado vem do home office, seguidos dos profissionais que buscaram alternativas aos escritórios tradicionais. Por isso, a flexibilidade é um item essencial para os coworkers. 

O padrão de rotina varia bastante entre eles, podendo manter a frequência no escritório entre 3 a 5 vezes na semana. O formato versátil de atuação também se reflete na escolha das mesas, que podem ser rotativas ou fixas.

A qualidade de vida e um ambiente mais saudável também está entre as prioridades dos coworkers. Os números da pesquisa mostram que contar com uma infraestrutura que é ao mesmo tempo corporativa e descontraída impacta positivamente na produtividade do trabalho. Dos entrevistados, 76,8% afirmaram que o rendimento melhorou ou melhorou muito.

Os benefícios são percebidos também em situações fora do expediente. Para 67% houve reflexo positivo no convívio social e a relação com a família está melhor para 37% deles. Enquanto 63,4% tiveram ganhos na organização, 61,1% relataram melhora na qualidade da saúde e disposição diária. 

Conheça nossos ambientes

Se identificou com esse perfil? Visite o espaço de coworking da BQ Escritórios localizado no Rio de Janeiro e em Macaé, para conferir todos os benefícios que você pode encontrar como coworker. 

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