10 dicas para fazer seu imposto de renda

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10 dicas para fazer seu imposto de renda

(31/03/2015)
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Você sabe como fazer seu imposto de renda? Vamos te auxiliar com 10 dicas básicas para espantar as dúvidas sobre o tema.

1) Organização:  Crie o hábito de manter toda documentação separada, preferencialmente no momento em que foram recebidos durante o ano.

2) Rendimentos: é essencial ter em mãos os documentos que comprovam os rendimentos recebidos ao longo do ano, Informes de Rendimentos fornecidos pelos empregadores, recibos de aluguéis e outros. A Receita Federal cruza com informações fornecidas pelas fontes pagadoras e as informações declaradas pelos contribuintes, desta forma, antes de entregar uma declaração, revise essas informações com cuidado.

3) Diversas fontes pagadoras: Um erro comum a todos os contribuintes é resultado da mudança de emprego dentro de um ano calendário. Muitas vezes o contribuinte esquece de incluir as informações referentes ao seu trabalho anterior ou pagos por fonte diversa àquela que paga seu salário com habitualidade. Esse erro pode custar caro além de ficar retida em malha fina a declaração poderá apresentar multa e juros caso o resultado aumento o imposto a pagar.

4) Bens e Direitos: Além dos imóveis e automóveis, os informes de rendimentos fornecidos por bancos também são fundamentais. Vale lembrar que é necessário declarar todas as contas bancárias, ainda que todas as contas sejam do mesma instituição financeira.

5) Deduções: algumas despesas com educação, saúde e pensão alimentícia são dedutíveis do imposto de renda. O contribuinte deverá guardar todos os recibos e notas que comprovem os gastos para os casos de malha-fina ou para apresentação na Secretaria da Receita Federal caso seja solicitado.

6) Previdência privada: Cuidados ao se declarar a previdência privada. Destacamos que a Previdência privada PGBL é dedutível e a VGBL não. Desta forma, uma deverá ser informada como pagamentos e a outra apenas na lista de bens e direitos

7) Modelo da declaração: o contribuinte pode optar por entregar a declaração no modelo simplificada e completa. Na primeira, ele tem desconto de 20% sobre a renda tributável, limitado a R$ 15.197,02 e no segundo, o contribuinte usa todos os gastos para definir a restituição. Recomenda-se que o contribuinte faça o preenchimento da declaração utilizando as deduções legais para depois comparar qual o modelo lhe será mais vantajoso. Vale lembrar que o programa da Receita Federal irá indicar a melhor opção, conforme o preenchimento, contudo o contribuinte deverá incluir todas as informações para saber qual resultado lhe favorecerá.

8) Atenção: Após o preparo da declaração, recomenda-se que o revise as informações lançadas na declaração, pois uma simples falha de vírgula nos valores ou erro de digitação de CPF/CNPJ pode causar grande confusão e deixar o contribuinte na malha fina.

9) Conclusão: Antes de entregar a declaração, quando houver imposto a pagar, o contribuinte deverá optar por pagar o imposto através de DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) ou selecionar a opção de débito automático, informando os dados bancários. Ainda, ressalta-se que é possível parcelar o imposto devido em até 8 (oito) quotas, atentando-se para o fato de que quando protocolizada a declaração após o dia 31 de março, a primeira quota do imposto de renda (quando houver parcelamento) deverá ser paga através de DARF. No caso de imposto a restituir, o contribuinte precisará informar uma conta corrente para crédito da restituição.

10) Dúvidas Durante o Preparo : Quando houver dúvida no preparo da declaração, aconselha-se que o contribuinte busque ajuda especializada de um contador ou consultor especialista . Erros na declaração podem acarretar em penalidades como multa e juros. Desta forma, o contribuinte poderá garantir a precisão das informações e evitar maiores constrangimentos.